Escrevo, danço, procuro autenticidade


Gosto de ouvir histórias de mulheres, não para as contar, mas para que as possamos juntas reescrever. Gosto de sermos espelho, de nos olharmos em todas as nossas facetas.


Gosto de me sentar no chão, conversar, gosto de abraços que tocam a alma, de beijos na pele toda, do olhar que desarma sentimentos.



E sim, adoro falar com o mundo inteiro.


Sei lá de onde vêm, sei lá de onde são. são poetas, escritores? Não são. São pessoas.


São mulheres, são homens. São histórias derramadas sobre mim. São as pedras que falam, são as águas, são o fogo e a terra que contam mil histórias ao vento, às árvores, aos pássaros e a todos os animais que habitam perto e cujo o nome eu não conheço, apenas o som lhes escuto.