1. Praias desertas
2. Pratos coloridos
3. Banhos na piscina
4. Risotto de legumes
5. Bolo de pistácio, cardomomo e damascos
6. yoga para crianças
7. Piscina no alentejo 
8. Árvores na cidade
9. Pessoas pequenas

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A vida não precisa de dias para ser celebrada. A vida, na sua essência, arranja sempre razão para estarmos felizes e gratos por ela. Estou e sou imensamente grata pela família que tenho, pela família que escolhi e pela vida que, com coragem, vou mudando, à minha maneira. Este fim de semana foi cheio, cheio de tudo o que a vida merece ser. Fazer 31 anos é pouco comparado àquilo que sinto todos os dias, felicidade imensa por ser quem sou. Sabemos que estamos no caminho certo quando escolhemos viver o caminho da verdade, da verdade dentro de nós e da verdade que parte de nós para os outros, sendo que também nos outros está algo de nós que precisamos cuidar. Grata à vida.

Da aldeia, com amor
Belinda















Fui convidada a contar a minha história. Sei que vivo longe de tudo, das pessoas, da multidão, da diversidade e que, o meu blog é, muitas vezes a minha janela para o mundo. Aqui, não há trânsito, deixo o meu carro à porta, as árvores fazem-me sombra e o cantar dos pássaros é muitas vezes a única música que chega aos meus ouvidos. Não vejo televisão, não oiço muita rádio, passo os dias atarefada com mil coisas por fazer e sou dona do meu tempo. Agora, já chego quase sempre a horas e não corro atrás das pessoas, deixo-as vir ao meu encontro. Mudei, sim é verdade, mudei algumas coisas na minha vida, e não foi só de lugar, mudei também a forma de me ver e de ver os outros. Regressei à aldeia onde cresci, à mercearia da minha infância e à casa dos meus avós. Sei que a felicidade está nos lugares, mas está ainda mais em nós. Regressar ao campo é também regressar a mim. Gosto de conhecer pessoas, mas gosto ainda mais de me ligar a elas e, por isso, aceitei este convite. O atelier LIS&FRIENDS é em Lisboa e prefere as coisas simples. Quando me convidaram, surpreenderam-me pelo texto bem escrito, as palavras fluídas e verdadeiras. Aceitei o convite, confiei. E assim, no dia 28 de Junho, vou a Lisboa, contar esta história de vida que me faz feliz. Quem quiser juntar-se a nós, basta enviar email para info.lifeissimple@gmail.com e inscrever-se. 

Da aldeia, com amor
Belinda































Entre ser cozinheira e fotógrafa, não me sobrou sequer tempo para dar um passeio por este maravilhoso lugar onde realizámos o nosso 4º Retiro de Meditação e Silêncio. Como já vem sendo hábito, nos outros anos, eu cozinho e tiro algumas fotografias para registar estes momentos, em que um grupo de pessoas se junta para fazer yoga, silêncio ou meditação. Aqui a intenção é desligar dos problemas do quotidiano e ter tempo para cuidar de nós. Enquanto eles meditam eu faço uma sopa de beterraba, enquanto eles praticam yoga, eu descasco as peças de fruta, enquanto eles caminham em silêncio, eu arrumo a loiça e ponho a mesa. Fica aqui o convite para se juntarem a nós numa próxima vez.





























Ser mãe a tempo inteiro não é fácil, mas é maravilhoso. Não ter tempo para escrever no blog, não ter imaginação e criatividade porque foi usada na noite anterior a inventar uma história qualquer para ela adormecer. Ser mãe é profissão. É ter sempre alguma coisa espalhada pela casa, é nunca ver o cesto da roupa vazio, é dizer 20 vezes: vai-te vestir, e mais 20: vai-te calçar. Mas também é acordar sem despertador, tomar pequenos-almoços grandes, almoçar com o papá, fazer pinturas, contar três histórias ao deitar, ver o Popeye, dançar, ir à horta com os avós, ir à praia quando ninguém vai. Mas para além disso também é importante arrumar a casa, dobrar roupa, fazer as camas, etc. A verdade é que temos tempo para tudo mas nunca temos tempo para nada. Há sempre tempo para o colo, para os beijos, para os abraços demorados e para mais uma volta de bicicleta. A roupa não se dobra sozinha e o jantar não se cozinha a ele próprio. Viver no campo não é ter sempre vagar, o vagar também é coisa que falta por aqui. Falta-me o vagar para algumas coisas. Há menos tempo para os meus livros, para a minha música. Não sei se ela um dia se vai lembrar. Viver a infância dela de perto é bem mais importante que isso. Não espero dela qualquer espécie de recompensa, mas não adio a minha vontade de partilhar estes dias com ela, de vê-la crescer perto de mim. 


































Junho chegou. O sol vai começar a aquecer e os corpos a suar. Apetece sair e ir para a rua, conviver, experienciar, partilhar. Neste retiro de meditação e silêncio há tempo para parar, para olhar, para ficar e para deixar ir, deixar sair o que já não queremos dentro de nós e mostrar o sol que temos no peito, brilhar com toda a força. Para mim o verão é isso, é partilhar, é revelar o que temos de melhor, aquilo que fomos amadurecendo o resto do ano e que está agora pronto a colher. O corpo belo e bronzeado, as roupas leves e bonitas também vestem a alma, mas mais do que isso, é importante embelezar a mente, dar-lhe amor e deixá-la seguir o coração. E é isso que vamos fazer no próximo fim de semana. 


1. Pequenos almoços demorados
2. Fazer sobremesas cruas
3. Dia da mãe
4. Comer fruta
5. Passear no campo
6. Ir ao jardim
7. Passear a Índia
8. Concerto de mantras
9. Ir para o Porto 

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