belinda sai de moda outra vez

Não foi preciso desabar um prédio no Bangladesh e morrerem 1300 pessoas para eu perceber que a roupa que tinha era a mais, as horas que perdi e o dinheiro que gastei em marcas como Zaras e Mangos também esses eram a mais. Hoje visto um casaco que vive há cinco anos no meu roupeiro como visto qualquer outro numa dessas lojas que hoje visito com muito menos frequência. Ganhei consciência, é verdade e ganhei espaço no roupeiro para colocar peças que encontro da minha mãe ou da minha avó e com as quais me identifico. Para além disso também ganhei qualidade de vida ao possuir cada vez menos. Já faz algum tempo que leio o blogue Locais Habituais e quando procuro alguma coisa sobre este assunto, lá encontro o que quero ouvir. Há ainda outro blogue que encontrei e que me fez parar. "afinal não estamos sós!"

Tudo isto porque estava a ver estas imagens e a pensar que estas são imagens demasiadamente bem estudadas para aparecerem depois do tal acidente no Bangladesh, ora pensem lá comigo... 1+1=3! 

Dá ou não vontade de sair de moda?!



























Primeira fotografia: camisola preta da minha avó.
Segunda fotografia: camisa azul da minha mãe.
Terceira fotografia: t-shirt da minha mãe.

4 comentários:

  1. Olá :) Conheci o teu blog há pouco tempo mas mantinha-m aqui no silêncio :)Hoje resolvi dar-te os parabéns, não só pelo blog mas também pela tua coragem de te aventurares na "taberna" :P

    Quanto à roupa, totalmente de acordo, por isso é que cada vez mais tento fazer as minhas roupas, tanto para mim como para a minha filha!

    bjs e continua por aqui

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    1. Obrigada. Vou ficar por aqui, mesmo que vocês se mantenham no silêncio, eu respeito, as palavras nem sempre são necessárias. :)

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