1. Estender trapos velhos e reutilizá-los
2. Petiscar na esplanada da Venda
3. Usar chapéu de palha
4. Ler os fazedores do Dinheiro Vivo











































Sonhei que estava no andanças com a M. E este ano já decidi que vou lá com ela. Foi onde conheci o G., foi lá que começámos a nossa dança. Ele não poderá ir mas eu vou mostrar à M. como é um festival de Verão à séria, para miúdos e graúdos. Acho que ela vai adorar. Tomara que chegue Agosto.
































































Cogumelos salteados em coentros e alho/arroz de pêra e noz

Os cogumelos feitos por mim:

Ingredientes: uma embalagem de cogumelos frescos de 250 gr, 2 ou 3 dentes de alho, coentros em pó, azeite q.b., sal e pimenta.

Preparação: laminar os cogumelos, caso não estejam. Colocar azeite na frigideira, deixar aquecer e colocar o alho picado. Juntar os cogumelos e temperar com sal, pimenta e coentros em pó. No fim juntar coentros frescos, se desejar.

O arroz feito por mim:

Ingredientes: 350 gr de arroz, uma cebola grande, um dente de alho, 1 copo com vinho branco, azeite q.b., uma pêra descascada e uma noz também descascada.

Preparação: picar a cebola e o alho, juntar azeite, levar a lume brando. Juntar o arroz e o vinho branco, ir mexendo sempre até evaporar todo o vinho. Juntar água e deixar cozer. Antes de apagar o fogão, juntar a pềra laminada e a noz em pedaços, tapar e após alguns desligar o fogão. Servir acompanhando os cogumelos.

Bom apetite!

De engenheira a taberneira: Belinda (re)criou um negócio do coração


Obrigada à Dinheiro vivo pelo artigo e por este vídeo lindo do Pedro Fonseca que esconde perfeitamente a minha falta de jeito para isto e que mostra tanto a nossa essência. Obrigada Mariana por me descobrires aqui neste fim de mundo tão lindo e tão "meu" e me descreveres com o teu magnífico texto. Obrigada Diana Quintela pelas fotografias tão bonitas e onde estamos sempre a sorrir, conseguiste isso à "pala" do teu sorriso transparente. Obrigada Pedro Fonseca, ficaste no nosso coração. Voltem quando quiserem e vos apetecer, se não voltarem este dia será sempre uma linda recordação nossa.
Fiz um bolo de aniversário para uma pessoa que me ajuda muito todos os dias, é ela quem deixa A venda a brilhar para que eu possa chegar e servir as pessoas sem ter de me preocupar com mais nada. Muitos parabéns P. e obrigada por estar nesta casa a ajudar-nos.

















A Rita e o Leandro. Quando penso neles os dois, penso em asas, penso em voar. A liberdade de partir assim quase sem destino não é para todos, mas sim só para alguns. Este projeto consiste apenas numa coisa, voar, voar pela estrada dos tijolos verdes com destino a um mundo melhor. Partiram os dois de Lisboa, atravessaram a ponte sobre o Tejo e chegaram à Silha do Pascoal, petiscaram na Venda, dormiram ao lado dos chaparros* acordaram e partiram encegueirados* a voar pela estrada como dois passarinhos que partem com destino à vontade de serem quem são, livres. Vão, utilizando óleo vegetal usado como combustivel e têm como destino algumas quintas wwoof onde vão aprender agricultura biológica, permacultura, biodinâmica. Ficamos à espera que regressem para nos ensinarem isto e muito mais.
Bom dia e boa viagem. 

chaparro
s. m.
1. Sobreiro novo
Qualquer árvore cupulífera que fica torta e achaparrada. 


cegueira
s. f.

1. Estado da pessoa cega. 
2. [Figurado]  Extrema afeição por alguém ou alguma coisa.

3. Boa-fé.

4. Ignorância.

5. Desvairamento.
6. Alucinação.

NEORURAIS tentará ser uma nova série de posts onde falo sobre pessoas que se dedicam a mudar de vida. (vamos ver quantos encontro por ai)


Dois Anos de Uma Longa Vida from De Alma e Coração on Vimeo.

Eu tive um sonho. Fazer uma festa simples, com bolos caseiros e biológicos, com sumos de fruta natural, com tartes de legumes, pão caseiro e vinho alentejano.
Eu tive um sonho. Fazer uma festa com poucos ou nenhuns brinquedos, onde as crianças pegassem nas mãos umas das outras e fizessem uma roda.
Eu tive um sonho, fazer uma festa com uma fogueira, com chá e com frio e com o sol a espreitar nas árvores. Este sonho foi possível porque existem pessoas assim.

























Depois do shiatsu, um almoço quente e pesado e um chá de malva vindo da zona de Mértola. O fim de semana foi intenso na mercearia (fotos para breve) e pediu des.can.so.



Dá licença que mude a roupa do meu roupeiro, quantos peças posso mudar? As camisolas de lã pelas camisas? Os casacões pelos blazers? As collants pelas sandálias? As calças de bombazine pelas saias?

































Fomos passear e encontrámos o sol. Pedimos-lhe para que ficasse mas ele foi embora. Agradecemos e dissemos-lhe que esperavámos por ele, todos os dias.


























É sempre a hora mais divertida. A M. tem a água como a sua melhor amiga, o elefante que a ajuda a lavar os dentes e a mãe chatinha que diz "já chega se não fica frio". E a vocês, quem vos acompanha no banho?